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Apresentação

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Olá, leitor, sou mestranda do PEQui-UFRJ (Programa de Pós-graduação em Ensino de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e montei esse blog, página e grupo do Facebook com a finalidade de fomentar o debate sobre o ensino de química para cegos e também em divulgar a idéia central do conteúdo da pesquisa da minha dissertação.
Esses três canais formam o meu produto final que será a forma de discutir com a comunidade de professores de química a temática que envolve o meu projeto que vem a ser “a análise das áudio-descrições das imagens estáticas em livros didáticos”, tomando como exemplo um livro muito divulgado e aceito pelos professores: o “Química” da professora Martha Reis. Esse material é distribuído nacionalmente na Rede Pública, no atual PNLD (2014-2017).
Nesses espaços proporei algumas leituras, discussões e exercícios que conto com a resposta de todos que se sentirem a vontade de retornar com suas participações.
Então vamos começar essa conversa? Desde já agradeço a todos pela participação.

 

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28ª JAI – Patrícia Silva de Jesus – Audiodescrição

Livros acessíveis – Patrícia Silva de Jesus (Paty Braille)

Playlist: Monografia de TCC sobre “Surdo na era digital” em LIBRAS e Áudio-descrito (INES)

DAISY Consortium – Save as DAISY tutorial

 

Audiodescrição Tecnicas e Imagens – Nucleo de Produção braille e Ampliados

Vídeos com áudio-descrição e janela de LIBRAS: um exemplo

Encontrei no Youtube um dos vídeos produzidos pelo SESI sobre segurança química.

Muito bem áudio-descrito e ainda possuí janela de LIBRAS (que não tenho como avaliar quanto a qualidade do que a intérprete produziu para transmitir o conteúdo).

Repito, que se você quer produzir um vídeo com AD de seus slides, deve fazer a descrição das imagens em roteiros e inserir nos slides para serem lidos em voz sintetizada.

Tais exemplos de vídeos mais profissionais como os do SESI são produzidos com programas de edição de vídeos e legendagem e a AD é feita por um áudio-descritor e mixada, editada e ajustada aos momentos em que as falas são pausadas e nas pausas são aproveitados tais espaços para narrar os elementos imagéticos com escolhas lexicais o mais objetivas e práticas possível para melhor adaptação ao vídeo.

Não é tarefa fácil, mas é possível! E existem ferramentas gratuitas e fáceis de usar. Aprendi tudo isso no curso à distância da UNESP, com professores e consultores em um curso do IBC (Instituto Benjamin Constant) e em uma linda oficina da professora Eliana Franco no ENAC, na Escola Brasileira de Altos Estudos, que aliás vai acontecer nessa semana: https://enacufrj.wordpress.com

Vídeos com áudio-descrição de Ensino de Química no Youtube: análise de um caso

O vídeo em seguida faz menção à áudio-descrição, mas devo salientar que mesmo sendo uma tentativa de ajuda para os alunos com deficiência visual entenderem melhor os slides do professor, ainda não chega a ser um vídeo com AD.

Explico: Para ser um vídeo audiodescrito deveria ter a descrição das imagens que aparecem no conteúdo, e isso não ocorre.

Como fazer? Como o vídeo é uma leitura de um programa leitor de tela por voz sintetizada, a mesma poderia fazer a leitura de roteiros de AD das imagens nesses slides contidas.

Dá mais trabalho? Muito, dá sim, mas se o chama de vídeo com AD teria que haver e esse só há uma simples leitura do conteúdo textual apresentado nos slides.

Não estou criticando o trabalho do professor e sei o quanto é difícil e como demanda tempo tal atividade, mas há de se cuidar do que se chama de AD, ok?